· Citroën DS3 inaugura a linha DS no Brasil;
· Amplo leque de personalizações permite a criação de personalidades distintas no modelo;
· DS3 tem garantia de 3 anos e revisões com Preços Fixos.
O Citroën DS3 inaugura de forma magnífica a linha DS no Brasil, uma linha distintiva, que propõe produtos com escolhas mais radicais de estilo, arquitetura, sensações e requinte. Uma gama de produtos que simboliza a criatividade e a tecnologia da marca.
“Estamos trazendo para o Brasil o DS3, um modelo único, fascinante e de enorme personalidade. Um verdadeiro concentrado de Créative Technologie”, afirma Francesco Abbruzzesi, diretor geral da Citroën do Brasil.
O DS3 é o primeiro modelo da linha DS, que inclusive tem feito grande sucesso nos exigentes mercados europeus. “A linha DS já superou a barreira das 200 mil unidades na Europa e Ásia – complementa Abbruzzesi – o que comprova o acerto e o grande sucesso das estratégias de produto da marca”.
Diferenciado e exclusivo, o DS3 se caracteriza por apresentar:
· Um estilo radical e sedutor, que se torna exclusivo graças ao amplo leque das personalizações propostas;
· Um novo tipo de direção, decididamente moderno, que une dinamismo e controle: um conjunto mecânico de alto desempenho, que assegura grande prazer ao dirigir;
· Um produto verdadeiramente Premium, com definições e conteúdos voltados para a exclusividade e o requinte.
“O DS3 incorpora todo o know-how da Citroën em termos de inovação tecnológica. Um modelo diferenciado e exclusivo, que vai complementar nossa gama de produtos no Brasil”, afirma Nivea Ferradosa, diretora de Marketing da Citroën Brasil.
Estilo sedutor
Com estilo cuidadosamente esculpido e linhas atraentes, que salientam a personalidade do carro, o Citroën DS3 exerce uma verdadeira atração. Seu caráter se afirma por meio de criações originais: o teto “flutuante”; as barbatanas de tubarão, que dinamizam a área da coluna B nas laterais; as luzes diurnas em LEDs, que marcam com modernidade a aparência frontal…
Um estilo expressivo, original e sofisticado, que evoca energia e movimento. Uma combinação que já fez história no esporte: a bordo de um Citroën DS3 WRC, a dupla Sébastien Loeb/Daniel Elena conquistou em 2011 seu oitavo título no Campeonato Mundial de Rali (WRC).
Concentrado de energia, o DS3 oferece também uma atmosfera a bordo única, onde se fundem a elegância e a tecnologia, e onde se encontram múltiplos sinais de qualidade. A instrumentação sofisticada (painel com três indicadores cônicos), os comandos de condução próximos do motorista, a posição de direção baixa e os assentos envolventes produzem a atmosfera de “cockpit” de um carro de competição. E materiais cromados ressaltam o dinamismo ambiente, dando-lhe luxo e distinção.
Existem várias personalizações disponíveis para o DS3. Na verdade, cada proprietário pode criá-lo à sua maneira. “Acabamento do painel, pomos da alavanca de câmbio, adesivos de teto, rodas e calotas, além de áreas externas personalizáveis, fazem do DS3 um veículo à imagem e semelhança de seu dono. Um objeto de desejo automotivo muito pessoal, definitivamente singular”, acrescenta a executiva de Marketing.
Na estrada, o Citroën DS3 se destaca novamente ao aliar o prazer de dirigir ao conforto de utilização no dia a dia. Para Cléa Tiepo, gerente de Produto da Citroën do Brasil, “dirigir o DS3 é como ter as rodas na ponta dos dedos”. Ele é ágil e oferece altos níveis de controle e segurança. O conforto a bordo o situa em um nível jamais atingido neste tipo de veículo.
Ponto alto do projeto, a motorização THP 165 gera 165 cv a 6.000 RPM e 24,5 Kgfm de torque já a 1.400 RPM. Estes valores são garantia de acelerações e retomadas de velocidade rápidas. O DS3 se beneficia também de um notável trabalho de controle de massas que se apoiou em um novo esquema de desenvolvimento, garantindo alta robustez. Fabricado na França, na unidade de Poissy, ele tira proveito do conjunto das facilidades do sistema de produção PSA e atinge uma qualidade geral exemplar.
O DS3 inova revelando também sua vocação para o conforto. Para aproveitar plenamente seus 3,95 m de comprimento, 1,71 m de largura e 1,48 m de altura, ele é dotado de uma arquitetura particularmente inteligente: o painel é sobrelevado para privilegiar o espaço para as pernas, enquanto os assentos inteligentes favorecem o espaço de atrás. Todas essas escolhas de concepção permitem que o DS3 possa propor cinco verdadeiros lugares, portas-objetos múltiplos (entre os quais um porta-luvas de 13 litros) e amplo porta-malas modulável, graças a um banco traseiro bi-partido 2/3-1/3. Na configuração habitual, o porta-malas tem 280 litros.
O DS3 também aguça os sentidos. Pela qualidade do sistema de Rádio CD Player MP3 com entrada USB e Bluetooth, pelo exclusivo perfumador de ambiente, pelo conforto térmico e pelo ambiente caloroso criado pela exclusiva iluminação interna.
Estilo próprio, sedutor
A condução do projeto de estilo do Citroën DS3 foi ditada por três palavras-chave: surpresa, sedução e dinamismo. O resultado: uma silhueta ao mesmo tempo musculosa e sensual, compacta e dinâmica, com detalhes atraentes devidos a peças de acabamento cromadas e refinadas. Um objeto automotivo expressivo, que convida ao movimento e onde a criatividade aparece em cada traço do DS3. O teto “flutuante” dá a sensação de ser desconectado do restante do carro, um efeito conseguido pela cor diferente da carroceria, pelo vidro lateral que contorna o automóvel e pelo vidro traseiro escurecido. A coluna central termina antes de juntar-se ao teto e lembra uma barbatana de tubarão.
As linhas atraentes fazem do DS3 um objeto de prazer e de sedução. A dianteira sugere sensações de direção inéditas e os faróis em formato de bumerangue identificam o DS3 como membro da família Citroën. Durante o dia, uma assinatura luminosa com seis LEDs verticais (luzes diurnas) de cada lado da tomada de ar destaca a tecnologia do DS3. O logotipo DS é disposto acima da grade, como se fosse uma jóia. A traseira dá ênfase à habitabilidade e à robustez, sem descuidar da esportividade – esta, enfatizada pelo aerofólio com break-light (conjuntos de LEDs) e pela dupla ponteira de escapamento.
Ambiente distintivo: elegante, iluminado e confortável
O espaço interno do Citroën DS3 provoca um sentimento singular de energia controlada e elegância. Os diversos elementos são cortados, integrados e montados com extrema precisão. O painel, cuja parte superior “aérea” corresponde ao teto flutuante, expressa fluência. A horizontalidade do conjunto é reforçada por uma faixa percorrendo o painel de um lado até o outro. O posto de direção se torna um cockpit, juntando, próximos ao motorista, os indicadores e os outros comandos de direção. O painel de instrumentos com três indicadores cônicos, o volante de pequeno diâmetro, os assentos baixos e envolventes conferem ao conjunto um caráter decididamente esportivo.
O ambiente interno do Citroën DS3 oferece um espaço envolvente decorado com materiais luxuosos, que valorizam tanto o olhar quanto o toque. Exemplos:
· Algumas áreas revestidas, como na cobertura do painel, são compostas de um grão orgânico e macio que contrasta com uma faixa lisa e laqueada que completa o acabamento luxuoso do modelo;
· Os revestimentos se beneficiam do mesmo tratamento valorizador: à proposta em couro finamente costurada em três cores, acrescenta-se uma oferta de tecidos refinada e moderna;
· Algumas peças são decoradas por cromados generosos. São os casos do logotipo “DS” do volante e ainda dos aros dos instrumentos. Eles sugerem certa idéia do luxo à francesa.
Precioso porque é único
A estética do DS3 aparece por meio de múltiplas possibilidades. As opções das cores e a ampla oferta de acessórios propostos asseguram um toque de modernidade e exclusividade. São disponíveis oito opções de cores: três sólidas – Blanc Banquise (branca), Rouge Aden (vermelha) e Jaune Pégase (amarela); além de cinco metalizadas: Noir Obsidien (preta), Gris Aluminium (prata), Gris Shark (cinza), Bleu Belle-île (azul) e Rouge Erythrée (vermelha). Pode-se ainda optar entre quatro cores para os centros das rodas: preta, amarela, vermelha e branca.
Dentro do carro, a faixa do painel, que engloba os aeradores e o acabamento do painel de instrumentos, pode ser personalizada com quatro cores (preta, branca, amarela e vermelha). Estas mesmas cores também estão disponíveis para a manopla da alavanca de troca de marchas. Com várias possibilidades de personalização, cada DS3 pode se tornar único. Como exemplo, o “plip” da chave de ignição comporta uma pastilha colorida que reproduz a cor externa… Um pequeno charme para cada proprietário ter sempre consigo um pouco de seu DS3…
Para acentuar ainda mais seu caráter exclusivo, o DS3 inova propondo vários temas de personalização. Adesivos de teto representam modos de vida e tendências. Eles configuram, através de leves toques, a carroceria e o espaço interno. São eles: Plane, Onde, Map, Tribe, e as faixas Natural, French Touch e Furtif.
Na estrada: temperamento forte e serenidade
O Citroën DS3 oferece uma condução dinâmica e controlada. Vivo e voluntário, o DS3 é também referência em matéria de conforto. O prazer de dirigir é otimizado em alto padrão. “O DS3 é a melhor síntese entre comportamento dinâmico, conforto e exclusividade de seu segmento. Um carro equilibrado, com reações suaves, que oferece grande prazer ao dirigir”, explica Jeremie Martinez, responsável pelo produto na marca.
Este comportamento na estrada tem vários fundamentos: o chassi e o sistema de suspensões foram objeto de um trabalho de ajuste de alta precisão. A moderna suspensão dianteira utiliza rodas independentes, eixo Mac Pherson com braços inferiores triangulares, molas helicoidais, amortecedores hidráulicos telescópicos e barra anti-inclinação. Na traseira, o modelo conta com travessa deformável, molas helicoidais, amortecedores hidráulicos telescópicos e barra anti-inclinação. Todo o conjunto de suspensões e amortecedores foi desenvolvido para “ler” perfeitamente a estrada, graças a um excelente controle dos movimentos da carroceria. As juntas flexíveis bi-densidade do eixo traseiro realizam uma excelente filtragem durante as passagens de obstáculos, assegurando um ótimo controle transversal.
“Mas é importante ressaltar que este carro é um legítimo Citroën. Desta forma, o acerto privilegia, em primeiro lugar, o conforto, e, depois, a esportividade”, comenta Pascal Le Therisien, responsável pela Syntese Clientèle da marca.
A direção, mais direta para oferecer um comportamento mais dinâmico, também se beneficia de um volante de pequeno diâmetro (363 mm) e de um sistema de assistência calibrado para fornecer informações muito precisas: o motorista poderá assim “colocar” as rodas exatamente onde quer, qualquer que seja a velocidade.
O trabalho realizado pelas equipes de engenharia no desenvolvimento do projeto, dos assentos aos pneus, pode ser percebido pela perfeita estabilidade do modelo nas mudanças de trajetória. Os pneus Michelin Pilot Exalto também proporcionam alta reatividade e precisão de condução, com grande potencial de aderência, excelente comportamento em piso molhado, menor distância de frenagem e excelente comportamento em curvas. As dimensões 205 45/R17 foram escolhidas para aliar um comportamento dinâmico superior a um estilo (design) mais esportivo.
Motor: referência tecnológica
O motor 1.6 litros 16V THP (Turbo High Pressure), fruto da parceria entre PSA Peugeot Citroën e BMW Group, alia as vantagens de um motor de quatro cilindros com o turbo compressor: como altos valores de potência e torque associados à redução de tamanho, baixo peso (comparado aos convencionais motores aspirados de maior cilindrada) e baixo consumo de combustível.
Produzido na fábrica da PSA Peugeot Citroën de Douvrin, na França, esse motor apresenta como principais características:
· cabeçote de 16 válvulas com duplo comando de válvulas;
· Sistema de injeção direta de combustível;
· Turbo de alta pressão;
· Alto valor de torque em baixos regimes: 24,5 Kgfm a 1.400 rpm;
· Potência de 165 cv a 6.000 rpm;
· Overboost na 3ª, 4ª, 5ª e 6ª marchas;
· Som esportivo nas fases de aceleração e discreto a velocidade constante.
O sistema Overboost (ou sobrepressão), é um recurso do motor que, ao ser ativado, aumenta temporariamente a pressão do turbo, garantindo ainda mais esportividade. No caso do DS3, está disponível em 3ª, 4ª, 5ª e 6ª marchas, aumentando o valor nominal de torque para 260 Nm.
O Citroën DS3 utiliza o novo câmbio manual de seis marchas (MCM), caixa de concepção moderna e que privilegia a precisão de engates e o silêncio na utilização.
Controle na estrada: prazer ao dirigir
O Citroën DS3 propõe um sistema de frenagem particularmente seguro. O ESP, o ABS, o Repartidor Eletrônico de Frenagem (REF) e a Ajuda à Frenagem de Emergência (AFU) constituem, de série, um leque de equipamentos de ajuda à frenagem ultra-completo. Equipamentos que ajudam o motorista nas situações mais delicadas, em caso de perda de aderência, por exemplo. A segurança passiva se encontra também ao melhor nível com, seis airbags de série, cintos com três pontos de ancoragem e ainda fixações Isofix nos lugares laterais traseiros.
O DS3 recebe também diversos equipamentos de ajuda à direção tais como o regulador/limitador de velocidades ou ainda o indicador de mudança de marcha, que preconiza as trocas de marcha para uma direção ao mesmo tempo mais econômica e ecológica.
Elegante na cidade, mas com polivalência
Com 3,95 m de comprimento e 1,71 m de largura, as dimensões externas do DS3 o situam imediatamente entre os veículos mais compactos de seu segmento. Quanto à sua altura de 1,48 m, proporciona uma silhueta decididamente dinâmica e particularmente manejável. O diâmetro de giro de 10,2 m faz com que ele se torne uma referência de manobrabilidade no mercado.
O DS3 propõe também qualidades de habitabilidade inéditas na categoria. É o fruto de um trabalho notável sobre sua arquitetura e seus acabamentos internos, que fazem do DS3 o primeiro pequeno cupê verdadeiramente polivalente. Ela faz assim conviver harmoniosamente o dinamismo e a compacidade, a esportividade e a praticidade. O Citroën DS3 oferece cinco verdadeiros lugares e, para cada um deles, espaço digno de um pequeno sedã, tanto lateralmente quanto longitudinalmente. O motorista ajusta sua posição graças ao volante e assento reguláveis em altura e profundidade. O espaço para as pernas é generoso tanto nos lugares dianteiros – graças à arquitetura do painel “elevado” – quanto nos lugares traseiros – graças aos assentos dianteiros finos, debaixo dos quais o espaço fica livre.
As dimensões do porta-malas são também superiores à oferta concorrente. Com 280 litros VDA (que podem se transformar em 980 litros com os bancos traseiros rebatidos), o volume do porta-malas é o mais amplo da categoria. Para modulá-lo, nada melhor do que assentos bipartidos 2/3 – 1/3, também dobráveis só com uma mão e um movimento. Há vários portas-objetos e o porta-luvas é o mais espaçoso de sua categoria (13 litros). Em resumo: o DS3 torna a vida fácil e prazerosa.
Uma experiência sensorial total
Além do tratamento estilístico e da escolha dos materiais e revestimentos, o CITROËN DS3 comporta as tecnologias mais inovadoras para aguçar os sentidos de seus passageiros. O sistema de som do DS3, com Rádio CD Player com comandos satélite na coluna de direção, seis alto falantes, entrada USB e Jack, é proposto para uma qualidade superior, produzindo um som rico com uma notável profundidade, reproduzindo fielmente todas as freqüências. O sistema de áudio é compatível com os arquivos mp3/WMA, e também conta com um kit viva voz Bluetooth®. O ar condicionado é digital.
O DS3 beneficia de um tratamento acústico de alto nível, que contribui a criar um ambiente aconchegante. A insonorização e a absorção dos diversos ruídos foram realizadas o mais perto possível das fontes de emissão ou de excitação. O compartimento do motor e as portas foram assim objeto de um cuidado especial: para essas últimas, juntas de degrau inferiores foram acrescentadas enquanto a gramatura das folhas de estanqueidade foi aumentada (200g/m2 contra 90 habitualmente no segmento). Para o prazer olfativo, o DS3 pode receber um perfumador de ambiente.
Pós-venda: confiabilidade e alta competitividade
O Citroën DS3 possui 3 anos de garantia contratual e 12 anos de garantia anticorrosão perfurativa. Outro ponto importante é o plano de manutenção com Preços Fixos, programa de pós-venda para as revisões em intervalos regulares de 10.000 km. Por meio dela, além do preço fixo e da precisão na verificação dos itens indicados no plano de manutenção periódica, os proprietários do DS3 terão a possibilidade do parcelamento dos custos em três pagamentos mensais. “Estamos oferecendo um pacote bastante atrativo aos futuros clientes do modelo, público que exige mão de obra treinada e capacitada, ferramental adequado e a utilização de peças de reposição originais”, explica Eduardo Grassiotto, diretor de Pós-venda da Citroën.
Acertada previamente com a ABRACIT (Associação Brasileira dos Concessionários Citroën), a Revisão com Preços Fixos terá sempre seus preços afixados em local visível nos showrooms e oficinas das concessionárias, para amplo conhecimento público. Abaixo os valores:
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Revisão |
Preço |
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10.000 km |
3 x R$121,00 |
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20.000 km |
3 x R$185,00 |
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30.000 km |
3 x R$166,00 |
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40.000 km |
3 x R$185,00 |
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50.000 km |
3 x R$185,00 |
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60.000 km |
3 x R$270,00 |
Qualidade de funcionamento à prova de críticas
O Citroën DS3 é produzido na fábrica da PSA em Poissy, na França, que possui todos os pontos conforme as exigências da marca em termos de qualidade. Este centro de produção é certificado ISO 9001 e sua ferramenta industrial é dotada das tecnologias mais recentes. Além disso, ele se beneficia do conjunto das facilidades do novo sistema de fabricação PSA e do Lean Manufacturing, para uma otimização da qualidade de fabricação e uma redução do tempo de resposta para com o cliente.
Fonte:
CITROËN DO BRASIL – DIRETORIA DE RELAÇÕES PÚBLICAS E IMPRENSA
A tocha olímpica já iniciou sua jornada da Grécia para a Grã-Bretanha, rumo aos jogos de Londres, enquanto o time oficial da Ford faz o caminho inverso para disputar uma das etapas clássicas do Mundial de Rali. A equipe busca mais uma vitória no Rali da Acrópolis, de 24 a 27 de maio, onde já venceu 13 vezes desde o início da série em 1973.
O time será reforçado pelo retorno do seu principal piloto, Jari-Matti Ltvala, que ficou fora da última etapa na Argentina devido a uma fratura na clavícula, mas já mostrou sua recuperação em um teste de dois dias em Portugal, na semana passada. Ele vai se juntar a Petter Solberg na direção dos New Fiesta RS na prova com pistas sujas e roteiro mais longo que no ano passado, somando 1.661 km.
Sete das vitórias da Ford na Grécia foram conquistadas nas últimas 11 temporadas, neste rali que é um dos mais difíceis do campeonato tanto para os pilotos como para as máquinas. A temperatura ambiente nas pistas do Golfo de Corinto, a oeste de Atenas, fica na casa dos 30ºC e é ainda mais alta dentro do cockpit. O preparo físico dos pilotos é essencial, assim como a ingestão de líquidos para evitar a desidratação.
Teste de resistência
Na parte mecânica, o Rali da Grécia exige uma combinação de força, confiabilidade e velocidade. Suas pistas onduladas são famosas pelo castigo que impõem aos carros, com muitas batidas de pedras. Por isso, o New Fiesta RS terá uma proteção adicional sob o assoalho.
O calor também exige muito do motor e da transmissão. Os trechos montanhosos e de velocidade relativamente baixa oferecem pouco fluxo de ar para a refrigeração. As superfícies quentes e abrasivas também testam a resistência dos pneus.
Latvala tem boa experiência no Rali da Acrópolis, onde já correu sete vezes e ficou em terceiro lugar em 2009. No retorno às pistas, ele rodou 400 km nos testes e não sentiu nenhum desconforto.
“Fiquei surpreso com a minha recuperação”, diz o piloto. “Trabalhamos na suspensão e aprimoramos o desempenho do carro nas pedras. Depois de tantos dias afastado, fiquei feliz de voltar e pilotar bem.”
Petter Solberg tem um retrospecto forte na Grécia. Foi lá que ele conquistou seu primeiro pódio na carreira, em 2001, e também venceu em 2004, somando cinco pódios em 11 corridas.
“É a etapa mais dura da temporada. Há muitas pedras grandes na Grécia e é isso que a faz tão traiçoeira. Aprendi muito sobre esse tipo de pista quando o Rali Kenya Safari fazia parte do campeonato e vai ser útil na Grécia. É preciso ficar atento todo o tempo.”
Fonte:
Imprensa Ford
Campeonato tem os quatro primeiros colocados separados por apenas seis pontos
A Audi DTCC (Driver Touring Car Cup) estreou no último fim de semana em um dos autódromos mais tradicionais do Brasil. A pista de Tarumã, a pouco mais de 30 km de Porto Alegre (RS), recebeu no sábado, 19, a terceira rodada dupla do campeonato 2012 e coroou o quinto vencedor diferente em seis corridas disputadas pela DTCC nesta temporada. Desta vez, Willians Farias e Pedro Queirolo subiram ao degrau mais alto do pódio nas corridas que tornaram a disputa pelo título ainda mais equilibrada.
O sábado em Tarumã começou com Farias conquistando a pole position para a etapa. Saindo na posição de honra, o piloto do litoral paulista liderou a primeira prova de ponta a ponta, depois de defender a posição dos ataques do gaúcho Alexis Pilau, grande surpresa do fim de semana. Natural de Porto Alegre e um dos mais experientes neste circuito, Pilau garantiu o segundo lugar no grid de largada em sua corrida de estreia pela Audi DTCC.
“Esta foi uma vitória muito significativa, porque até sexta-feira, 18, eu não sabia exatamente ser participaria da corrida porque meu carro teve um problema de motor. Mas a organização e o pessoal da MC Tubarão fizeram um trabalho excelente durante a noite me entregaram um carro excelente, capaz de fazer a pole position e liderar de ponta a ponta. Só tenho a agradecer”, comentou Willians, que chegou a seu terceiro triunfo na categoria.
A segunda prova do fim de semana foi vencida pelo piloto egresso da GT3 Brasil, Pedro Queirolo. Segundo no grid em virtude da inversão dos seis primeiros colocados no resultado da prova inicial, ele assumiu a liderança assim que a luz verde foi acionada e logo abriu vantagem para o restante do grid.
“Foi uma etapa muito produtiva. Estava buscando uma vitória desde a primeira prova, em São Paulo, mas em todas as corridas enfrentei dificuldades no pelotão intermediário, que é sempre embolado. Em Tarumã consegui largar mais na frente na primeira bateria, quando cheguei a andar em terceiro e até briguei pelo segundo lugar”, comentou.
Na primeira corrida, Queirolo perdeu tempo em uma disputa por posição e recebeu a bandeirada em quinto, resultado que acabou sendo positivo por permitir a ele largar na primeira fila na corrida final.
“Na largada para a segunda corrida consegui acelerar um pouquinho antes do Marçal, e pulei na frente. Isso foi muito importante, porque em uma categoria equilibrada como esta, liderar o pelotão permite ao piloto fazer o traçado ideal, sem ter de defender a posição. Isso é importante e essa vitória me dá um novo ânimo para as próximas etapas”, completou.
Entre as várias disputas do dia, a principal foi pelo segundo lugar, que teve novamente Alexis Pilau como protagonista. Dessa vez o gaúcho atacou Marçal Mello durante a maior parte da prova, em um confronto que, ao menos para Marçal, valeu a liderança do campeonato.
“Foi um bom resultado”, disse Marçal. “O Pedro estava bem rápido, e procurei me manter em segundo e defender a posição dos ataques do Alexis, que fez uma grande disputa. Foi bom ter me mantido em segundo, já que isso me garantiu a liderança do campeonato”, completou.
A segunda corrida do fim de semana também marcou uma desclassificação aplicada pelos comissários de prova à dupla Elias Júnior e Sérgio Alves, gerada por conta de um incidente durante uma disputa por posição que acabou tirando Felipe Gama da prova. Os dois pilotos do Rio de Janeiro lideravam a classificação do campeonato, mas sem marcar pontos nesta corrida viram Marçal Mello e João Gonçalves pularem para o primeiro lugar.
A disputa pelo título ficou embolada. A diferença da primeira para a segunda dupla é de apenas um ponto. E somente seis pontos separam os quatro primeiros colocados na tabela. A Audi DTCC 2012 terá sua próxima etapa no dia 21 de julho, em São Paulo. Confira como terminaram as corridas em Tarumã e como fica o campeonato após três etapas:
Corrida 1
1- Willians Farias, 21 voltas em 27min25s241 (média 139,329 km/h)
2- Alexis Pilau, a 0s608
3- Felipe Gama, a 2s456
4- Elias Júnior/Sérgio Alves, a 3s685
5- Pedro Queirolo, a 3s905
6- João Gonçalves/Marçal Mello, a 4s650
7- Daniel Daroz/Caíto Vianna, a 20s428
8- Elias Azevedo, a 20s666
9- Ricardo Landi/Henry Visconde, 21s084
10- Wagner Amorim, a 29s380
11- Rennan Reis/Leandro Braghin, a 29s831
12- Alline Cipriane/Alex Fabiano, a 30s214
13- Fábio Vianna, a 30s522
14- Herbert Heinen, a 8 voltas
Corrida 2
1- Pedro Queirolo, 20 voltas em 27min29s133 (média horária 139,411 km/h)
2- Marçal Mello/João Gonçalves, a 4s791
3- Alexis Pilau, a 4s964
4- Ricardo Landi, a 7s476
5- Caíto Vianna/Daniel Daroz, a 16s918
6- Adolpho Rossi/Willians Farias, a 19s991
7- Herbert Heinen, a 20s551
8- Wagner Amorim, a 26s164
9- Fábio Vianna, a 26s459
10- Leandro Braghin/Rennan Reis, a 28s271
11- Alex Fabiano/Alline Cipriane, a 36s066
12- Elias Azevedo, a 11 voltas
13- Felipe Gama, a 20 voltas
14- Elias Júnior/Sérgio Alves – desclassificado por atitude antidesportiva
Classificação do campeonato após 6 provas (extra-oficial)
1- Marçal Mello/João Gonçalves, 81 pontos
2- Elias Júnior/Sérgio Alves, 80
3- Adolpho Rossi/Willians Farias, 79
4- Pedro Queirolo, 75
5- Ricardo Landi, 62
6- Felipe Gama, 60
7- Elias Azevedo, 51
8- Daniel Daroz/Caíto Vianna, 42
9- Herbert Heinen, 36
10- Alexis Pilau, 34
Crédito das Fotos: Eduardo Rimoli/Fotografia Automotiva, Thaigo Pietrobon/Fotografia Automotiva
Fonte:
Inova Comunicação – Rafael Durante
Com verba de incentivos fiscais, instituto passou por reforma que ampliou a sua capacidade de atendimento
A Meritor, principal fornecedora de eixos e sistemas para o drivetrain de veículos comerciais na América do Sul, sempre preocupada em ações que envolvem a responsabilidade social, volta as suas atenções ao mundo da dança após patrocinar peças teatrais, eventos esportivos, como a Fórmula Truck e a Liga de Futebol Amador de Osasco, além do filme nacional “O Homem do Futuro”, através de incentivos governamentais. Em dezembro de 2011, a empresa destinou uma verba ao Núcleo de Artes Sebastian, por meio do Fundo Municipal da Criança e do Adolescente (Fumcad), e de doação realizada por Charles “Chip” McClure, presidente mundial da Meritor, em visita recente ao Brasil. O valor foi ofertado em prol da reforma da estrutura das salas de danças do Núcleo de Artes Cênicas Sebastian, administrada pelo cantor e dançarino homônimo, conhecido do grande público como ex-garoto propaganda de uma famosa loja de departamentos.
Segundo Ivone Fonseca, tesoureira, diretora e vice-presidente da instituição, o resultado já pode ser visto: com o dinheiro foi possível efetuar a troca do piso, das salas de dança, a parte elétrica, as cortinas e a barra de todas as salas de dança, além de reformar a biblioteca, efetuar a troca do piso de entrada e instalar balcão e cadeiras no refeitório.
Em 2010, a instituição obteve o apoio da Meritor para produção do espetáculo anual de fim de curso. “Nossa missão é promover a cultura por meio da arte e qualificar o ser humano como ele merece. Torço para que todas as empresas tenham o desejo de se aproximar de nós, pois o nosso trabalho é público e para o público”, explica Sebastian, fundador do núcleo.
Para José Manoel Fernandes, diretor de vendas e marketing para a Meritor na América do Sul, é importante participar do desenvolvimento dos jovens da comunidade. “Ficamos muito orgulhosos em fazer parte disso. Sempre que visitamos o núcleo ficamos impressionados em ver a dedicação e profissionalismo desses jovens e isso nos mostra que estamos no caminho certo no que diz respeito às ações voltadas ao crescimento da região e a democratização da cultura”.
Em maio, o Núcleo Sebastian fará parte da 4ª Mostra Brasil, em que os dançarinos da instituição poderão mostrar tudo o que aprenderam durante o tempo de curso, mais uma vez contando com o apoio da Meritor.
A Mostra Brasil é um evento artístico que reúne apresentações de grupos e projetos de diversas regiões do país que utilizam a arte como meio de transformação social e acontece a cada dois anos em um teatro tradicional da cidade do Rio de Janeiro. Além das apresentações de espetáculos de dança, música, circo, teatro e mistura de linguagens, a Mostra Brasil tem como atividades paralelas o “Seminário Juventude Cultura e Desenvolvimento”, oficinas artísticas, visitas de intercâmbio e atividades culturais que visam a ampliação de saberes, formação e troca de experiências entre jovens e artistas profissionais.
Sobre a Meritor
Com sede em Troy, Michigan, nos Estados Unidos, a Meritor é um fornecedor global de amplo portfólio de sistemas integrados, módulos e componentes para fabricantes de equipamentos originais e aftermarket no segmento de transportes e industrial. A companhia atende a produtores de caminhões, reboques, ônibus e veículos off-road, além da área de defesa. A Meritor comemorou o centenário em 2009, celebrando uma longa história de “pensar à frente”. As ações da companhia são negociadas na Bolsa de Valores de Nova York, com a designação MTOR. Informações relevantes sobre a corporação estão em www. meritor.com.
Meritor na América do Sul
As operações da Meritor na América do Sul estão centralizadas no Brasil. A companhia possui instalações em Osasco, SP, onde produz eixos, cardans e componentes para veículos comerciais e fora-de-estrada, e participa do Consórcio Modular da MAN, em Resende, RJ. A operação brasileira conta com centro de engenharia, responsável pelo desenvolvimento de produtos, fornece componentes para o mercado de reposição e mantém no País joint ventures com a Randon na Suspensys e Freios Master.
Fonte:
SD&PRESS Consultoria
www.sdpress.com.br; @sdpress; facebook.com\sdpress
Paula Balduino
Priscila Fabi
Mariana Larsson
Sergio Duarte
A JAC Motors iniciou hoje a importação de seus modelos pelo Porto de Salvador, na Bahia. Cerca de mil J5 chegaram ao porto baiano na tarde desta segunda-feira, que foram recebidos pelo presidente da JAC Motors do Brasil, Sergio Habib, o governador da Bahia Jaques Wagner e o secretário da Indústria, Comércio e Mineração da Bahia, James Correia
“O desembarque marca, de fato, o início das operações da JAC na Bahia, dando início à série de projetos que irão culminar na inauguração, em 2014, de nossa fábrica baiana“, destaca Sergio Habib. Antes, as operações de importação eram realizadas pelo Porto de Vitória, Espírito Santo.
Sobre a JAC Motors
Estatal chinesa de capital misto, 25% do capital negociado na bolsa de valores de Shenzen, a Jianghuai Automobile Co., mais conhecida como JAC Motors, chega ao Brasil com a promessa de movimentar o setor automotivo. O responsável pela chegada da marca em solo brasileiro é o empresário Sergio Habib, presidente do Grupo SHC, reconhecido como o maior grupo de revendas de automóveis do País. Com investimento de R$ 380 milhões, a JAC Motors Brasil nasceu estruturada para ganhar espaço considerável no mercado nacional.
No último dia 16 de novembro de 2011, em cerimônia que contou com a presença de executivos chineses e do governador da Bahia, Jaques Wagner, Habib revelou o projeto da fábrica da JAC no Brasil, em Camaçari, que ficará pronta em 2014 e receberá investimentos de R$ 900 milhões. A planta gerará 3.500 empregos diretos e cerca de 10 mil indiretos. A capacidade de produção será de 100 mil unidades. A unidade industrial contará ainda com um centro de desenvolvimento de novas tecnologias, centro de estilo e design, laboratórios de acústica e controle de emissão de poluentes, pista de testes e centro de capacitação profissional, além das tradicionais etapas de produção, como armação de carrocerias, soldagem, pintura e montagem final.
Crédito das fotos: Mateus Pereira /SECOM – www.comunicacao.ba.gov.br
Fonte:
JAC Motors Brasil
Eduardo Pincigher
Fabrício Migues
Entre os dias 22 e 25 de maio, a Fiat irá expor sua nova linha de ambulâncias, composta por três modelos de veículos comerciais leves, na Hospitalar 2012, no Expo Center, em São Paulo. A Hospitalar 2012 – 19ª Feira Internacional de Produtos, Equipamentos, Serviços e Tecnologia para Hospitais, Laboratórios, Farmácias, Clínicas e Consultórios é a maior e mais completa feira da América Latina voltada à prestação de produtos e desenvolvimento de negócios na área médico-hospitalar.
Nesta edição, a Fiat exibe em seu estande as ambulâncias Ducato UTI, Fiorino para Remoção e Doblò para Remoção, desenvolvidos para esta aplicação a partir da parceria da Fiat com a empresa adaptadora Rontan. Os modelos Fiorino e Doblò têm a vantagem, para o cliente, de estarem disponíveis para venda na rede já adaptados e com a garantia de fábrica.
A ambulância Fiat Ducato UTI já vem em seu modelo 2013, lançada este ano pela Fiat, com o motor MultiJet Economy. Líder de vendas há nove anos em seu segmento, o Ducato 2013 está 8% mais econômico e com 6% a mais de torque, além de adequado ao novo patamar da legislação de emissões veiculares (Proconve L6).
Em sua adaptação para UTI móvel, o Ducato é totalmente revestido com isolamento termo-acústico, tem iluminação interna com luminárias de LED, sistema elétrico com oito tomadas internas, suporte para soro, cilindro de oxigênio de 16 litros e todos os equipamentos necessários para um atendimento de emergência. Além disso, traz novidades como a maca articulada em alumínio, banco do assistente em poltrona anatômica giratória e ar condicionado duplo, com controle individual para os ocupantes da área traseira do veículo, sendo homologado pela Engenharia da Fiat.
A ambulância Fiat Doblò é apresentada em sua linha 2012, caracterizada pelo excelente espaço interno, alto nível de conforto e de prazer ao dirigir, além do ótimo custo-benefício. Além dos equipamentos tradicionais, ele possui janela corrediça na porta lateral, armário em plástico reforçado com fibras de vidro para medicamentos próximo à maca, suporte para cilindro de oxigênio de 7L, suporte para soro e plasma, luminária em LED no interior, com interruptor independente, e exaustor de teto com coifa aerodinâmica no teto. O modelo ainda pode ser equipado com toda a gama de opcionais da linha Doblò.
Já a ambulância Fiat Fiorino, com motor Fire 1.3 8V Flex, é marcada por sua praticidade, agilidade e excelente custo/benefício. O conjunto mecânico do Fiorino é dimensionado para oferecer o máximo de desempenho e segurança, com baixos níveis de consumo. Além dos equipamentos tradicionais, esta ambulância também possui luminária em LED no teto, com interruptor, exaustor de teto com coifa aerodinâmica, suporte de soro e sangue, suporte para dois cilindros de oxigênio de 7L e banco traseiro esquerdo para dois acompanhantes com estrutura tubular. Os opcionais da linha Fiorino também estão disponíveis.
A cada edição, o evento Hospitalar reúne em torno de 90 mil visitantes de todo o Brasil e de outros 60 países. Este ano, a feira vai apresentar as novidades de 1.250 empresas expositoras, representando mais de 30 países e ocupando 82.000 m2 de área. O encontro é uma excelente oportunidade para a Fiat mostrar a versatilidade e a tecnologia de seus produtos, priorizando a qualidade que caracteriza a marca e sua liderança de mercado no país.
Serviço
Hospitalar 2012 – 19ª Feira Internacional de Produtos, Equipamentos, Serviços e Tecnologia para Hospitais, Laboratórios, Farmácias, Clínicas e Consultórios
Data: 22 a 25 de maio de 2012
Horário: 12h às 21h
Local: Pavilhões do Expo Center Norte
Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo
Fonte:
FiatPress
Por Fernando Calmon, de Palermo, Itália
A ideia de construir um cupê de quatro portas nasceu com o Mercedes-Benz CLS, em 2004. O modelo com perfil típico e linhas instigantes não chegou a explodir em preferências, mas ajudou o Classe E, do qual se deriva e se soma nas estatísticas de vendas. O segundo automóvel nessa configuração foi o Porsche Panamera, em 2009. No mesmo ano foi lançado o Audi A5 Sportback, que não se encaixa exatamente no conceito de cupê de quatro portas. O A7, de 2010, aproxima-se mais.
Agora, a BMW lança o Série 6 Gran Coupe, de estilo harmonioso e inédito na sua gama, para explorar um nicho do qual não podia ficar de fora, como líder mundial entre as marcas premium.
O carro mede exatos 5 metros de comprimento e apenas 1,39 metro de altura. Seu capô longo, curvatura do teto à moda Hofmeister e janelas laterais traseiras que avançam sobre a coluna C formam um conjunto agradável e sem exageros. Antena traseira semelhante à barbatana de tubarão é coisa do passado nos novos BMW, deixando o teto totalmente limpo. Bem interessante é a carreira de LEDs que formam a terceira luz de freio, de extremidade a outra no alto do vigia traseiro, ótima solução de forma e função.
Distância entre-eixos de 2,97 metros (11,3 cm mais que no cupê Série 6) explica o espaço interno bastante generoso para quatro passageiros, inclusive para pernas no banco traseiro. A fábrica o classifica como 4+1 lugares porque o descansa-braço do banco de trás pode ser rebatido para um quinto passageiro. Nesse caso, entretanto, só alguém de estatura baixa e por trajetos curtos se submeteria ao desconforto do túnel alto no assoalho.
Equipamentos a bordo formam uma vasta lista, desde regulagens elétricas dos bancos e da coluna de direção com memórias, ao ar-condicionado de duas zonas de temperatura, passando pelo sistema de som Bang & Olufsen (opcional). Outros mimos: projeção colorida de informações no para-brisa, assistência para estacionar, câmeras de visão externa total, controlador de velocidade de cruzeiro com função para-e-anda, assistente de controle de farol alto e sistema de visão noturna que identifica pedestres a distância, entre outros.
O Série 6 Gran Coupe oferece dois motores a gasolina e um a diesel. No 640i, seis-em-linha biturbo de 3 litros/320 cv, de 5.800 a 6.000 rpm e 45,9 kgf·m, de 1.300 a 4.500 rpm. No 650i surge, no último trimestre desse ano, o V-8 biturbo de nova geração, 4,4 litros/450 cv a 5.500 rpm e nada menos de 66,5 kgf·m entre 2.000 e 4.500 rpm. O 640d também é seis-em-linha, de 3 litros/313 cv a 4.400 rpm e torque enorme de 64,2 kgf·m entre 1.500 e 2.500 rpm. Caixa de câmbio automática tem oito marchas, do tipo epicicloidal e conversor de torque com bloqueios. Será oferecido, ainda, sistema de tração 4×4, no 650i xDrive.
Outras características incluem modo econômico Eco Pro e sistemas desliga-liga o motor quando em marcha lenta e de recuperação da energia de frenagem a fim de conter o consumo de combustível. Construção em alumínio de portas, capô, além de tampa do porta-malas em compósitos de fibra de vidro, ajudam a manter a massa total em 1.750 kg (1.790 kg, diesel) e também a economizar combustível.
Ao volante
O circuito nos arredores de Palermo, capital da ilha da Sicília, extremo sul da Itália, foi escolhido para avaliar o Gran Cupê em várias situações de uso.
Apesar do teto baixo, acesso ao interior é bom, inclusive ao banco traseiro. Couro claro de alta qualidade, materiais agradáveis ao tato e perfeição do acabamento são típicos da marca. As opções de ajuste do banco e volante se transformam em convite para a motorista desfrutar ao máximo a sua experiência de guiar, em razão do posicionamento perfeito.
Direção com assistência elétrica é precisa e rápida para um carro desse porte. Suspensões permitem guiar rápido e sem sustos, possibilitando selecionar entre modos de conforto e esporte. Se a escolha for pelo segundo, terá real comprometimento do conforto em troca de condução veloz e segura, ainda melhor com alavanca do câmbio também na opção esporte e uso das paletas de troca de marcha atrás do volante.
O desempenho das versões é bem próximo, apesar da enorme diferença de torque do diesel, concentrada em uma faixa de rotação relativamente estreita. De acordo com o fabricante, ambos os motores aceleram de 0 a 100 km/h em 5,4 s. Já de 0 a 1.000 metros, o motor a gasolina leva 25 s, mais lento apenas 0,3 s que o a diesel. A sonoridade dos dois motores empolga. Mas, apesar do baixo nível de vibração da versão a diesel, há uma pequena diferença de aspereza sentida no volante, em favor da gasolina, quando se acelera de verdade.
A BMW começará as vendas na Alemanha, ainda este mês, a partir de 81.000 euros/R$ 206.000 (gasolina). No restante da Europa e EUA, em junho. A previsão de chegada do 640i Gran Coupe ao Brasil é para o primeiro trimestre de 2013 com preço na faixa dos R$ 600.000.
Em Itatiba, município paulista onde a BorgWarner – fabricante de turbocompressores, embreagens viscosas e ventiladores para motores diesel -, está construindo sua nova planta, foi estabelecida uma parceria entre esta empresa e o SENAI local, visando a realização do curso “Mecânico de Usinagem Convencional”.
Com 32 vagas, o curso terá 360 horas de duração e, no seu final, os participantes terão oportunidades de contratação. Para isso os inscritos aprenderão a realizar operações de usinagem de peças, em materiais ferrosos e não ferrosos, com máquinas-ferramenta convencionais.
Também montarão conjuntos mecânicos por meio de processos de ajustagem nos trabalhos individuais ou em grupo, fazendo o controle de medidas das peças usinadas, de acordo com padrões e especificações técnicas do produto – seguindo normas técnicas, ambientais e de segurança. As aulas serão ministradas de 2ª a 6ª das 14h00 às 18h00.
Inscrições (somente para maiores de 18 anos cursando o Ensino Médio): Escola SENAI Luiz Scavone com apresentação de cópia do histórico escolar, comprovante de residência, RG e CPF. A prova de seleção será realizada no próximo dia 26 de maio. Informações pelo telefone (11) 4487-4250.
Fonte:
Lellis Assessoria de Imprensa e Consultoria Ltda.
Jornalista responsável: Marco Antonio Lellis
A Ford comemorou no dia 19 de maio os 55 anos de funcionamento de seu campo de provas na cidade de Romeo, em Michigan, nos Estados Unidos. Este foi um dos pioneiros centros de desenvolvimento de veículos do mundo, com pistas e laboratórios especialmente construídos e hoje é um complexo supermoderno com mais de 65 quilômetros de pistas. Para marcar a data, a Ford abriu seus arquivos que traz informações da origem do campo que foi descrito na época como uma “câmara de tortura para os veículos”.
Foi o começo de uma estrutura altamente especializada, responsável por garantir o padrão de qualidade e durabilidade dos carros da Ford, projetada para atender os requisitos mais exigentes de rodagem.
Atualmente, assim como o Campo de Provas de Tatuí, no Brasil, que tem 34 anos de existência, o centro de Romeo faz parte da avançada rede global de engenharia da Ford, formada hoje também pelos campos de Dearborn, Arizona, Bemidji e Livonia, nos Estados Unidos; Thompson, no Canadá; Cuautitlan, no México; Dunton, na Inglaterra; Lommel, na Bélgica; e You Youngs, na Austrália.
“Detroit News”
Em 1938, a Ford inaugurou suas primeiras pistas de teste ao redor do Aeroporto Ford, em Dearborn, que funcionou até 1947. Na década de 1950, começou a construção do Campo de Provas de Romeo, que envolveu uma das maiores movimentações de terra na história da cidade – cerca de 3 milhões de metros cúbicos. Originalmente uma fazenda, o local abrigava os rebanhos de gado Hereford mais famosos do mundo e se chamava Hi-Point, porque tinha as terras mais elevadas do sudeste de Michigan.
A sua topografia favoreceu a construção de uma grande variedade de pistas, de todos os formatos, tamanhos e estilos. O jornal “The Detroit Times” descreveu a instalação como uma “câmara de tortura” para veículos, onde a Ford realizou 9 milhões de quilômetros de testes em 1957 para tornar os carros mais seguros, duráveis e eficientes.
A pista de alta velocidade, um oval com 18 metros de largura por 8 quilômetros de comprimento, consumiu 167 mil metros quadrados de concreto reforçado. Para pavimentar as duas pistas de durabilidade foram usadas 80.000 toneladas de concreto betuminoso e agregados. A planta incluía também uma pista de durabilidade de cascalho de 12 quilômetros.
Evolução
Totalmente renovado com seguidos investimentos, o Campo de Provas de Romeo soma hoje 65 km de pistas para testes de velocidade, durabilidade e superfícies especiais, além de diversos simuladores e testes para carros, picapes e utilitários.
Fonte:
Imprensa Ford
Ingolstadt/São Paulo, 18 de maio de 2012 – A AUDI AG deu início, na última terça-feira, em Ingolstadt, à segunda edição do prêmio Audi Urban Future Award 2012. O fórum “Diálogo sobre Metrópoles e Mobilidade” teve como objetivo apresentar novas estratégias para melhorar a mobilidade no futuro e contou com a participação de seis renomados escritórios de arquitetura e urbanismo: Urban – Think Tank (São Paulo), Junya Ishigami + Associates (Tóquio), CRIT (Mumbai), Node Architecture & Urbanism (Pearl River Delta), Superpool (Instranbul), Howeler +Yoon Architecture (Boston/Washington).
Rupert Stadler (Presidente mundial da AUDI AG), Heinrich Welfing (moderador e editor do jornal alemão “Die Zeit”) e Peter Schwarzenbauer (vice-presidente mundial de marketing e vendas da AUDI AG), debateram com os arquitetos, que apresentaram ao público participante espaços urbanos extremamente diferentes – geográfica, histórica e culturamente. Mas, eles também têm algo em comum: todos apresentam uma mudança de paradigma na mobilidade, já iniciada em algumas regiões e cada vez mais presente na consciência pública. Movimento ou mobilidade – conforme os arquitetos apresentaram –, hoje integram as mega cidades. Assim, a imagem de uma comunidade urbana dinâmica foi projetada, que se distanciou da tradicional ideia sobre cidades.
A vida dinâmica de São Paulo
São Paulo foi um dos destaques do fórum. Para a equipe de arquitetura da Urban Think Tank, tudo na metrópole brasileira gira em torno do movimento, mesmo que a cidade esteja associada à imagem de quilômetros de congestionamento. Para os arquitetos, que foram ganhadores do Holcim Award Silver 2012, o movimento é uma forma de vida improvisada e espontânea. Durante o debate, eles apresentaram ideias iniciais de como um modelo de sistema de mobilidade flexível e versátil poderia funcionar na capital paulista. “O exemplo de São Paulo nos ensina sobre o desenvolvimento urbano não planejado, que geralmente surge do caos, mas pode produzir soluções surpreendentemente inteligentes”, comenta o vice-presidente de marketing e vendas da Audi, Peter Schwarzenbauer.
Uma colorida tapeçaria urbana de Boston a Washington
As regras e liberdades para os automóveis determinaram o fator do “Sonho Americano” nas regiões de Boston/Washington e em todos os Estados Unidos. Mais do que isso: o carro deu uma forma concreta ao sonho americano.
Durante o fórum, os arquitetos Howeler + Yoon mostraram filmes de suas próprias vivências para representar a “experiência” de dirigir na região metropolitana: o tráfego é muito denso. Por isso, apresentaram sua visão, que é a de realizar o “Novo Sonho Americano”, com novos conteúdos e uma atualização contemporânea, com a ajuda da infraestrutura 2.0. Em regiões metropolitanas como Boston/Washington ou Nova York, a missão é transferir a infraestrutura já existente para a era digital. “Aqui o desenvolvimento de conceitos de ruas inteligentes pode desempenhar um papel decisivo: a própria rua se torna uma ferramenta de controle, troca informações com os motoristas e, portanto, organiza os carros de maneira eficiente”, resumiu Peter Schwarzenbauer, vice-presidente mundial de marketing e vendas da Audi AG.
O alto potencial energético de Istambul
A situação em Istambul é única. A sua localização geográfica restringe as opções de rotas de transporte público: as duas metades da cidade são divididas pelo Estreito de Bósforo e o pelo fato do país estar localizado em volta de montanhas, o uso de vias férreas se faz inadequado. Os habitantes, portanto, recorrem à autoajuda. Empresas privadas de transporte e operadoras de micro-ônibus, por exemplo, prestam seus serviços de forma espontânea, sem pontos de ônibus fixos ou sem uma tabela de horários oficial. A partir desse cenário, a equipe de arquitetos da Superpool sugeriu organizar essa situação reunindo iniciativas privadas e de rede digital, já que Istambul é a cidade com a maior taxa de uso do Facebook na Europa e as redes sociais desempenham um papel importante lá. “Em Istambul, o carro continua sendo o meio de transporte número um. Por isso, gostaríamos de saber como a infraestrutura pode ser otimizada por meio de links para redes virtuais. Istambul poderia ser um laboratório para a revolução digital e para carros inteiramente conectados”, explica o presidente mundial da AUDI AG, Rupert Stadler.
Mumbai – sendo agradavelmente suja
Em Mumbai, as mudanças são constantes, principalmente no uso dos espaços. Isso não significa que a infraestrutura das instalações está mudando, mas sim, que os espaços funcionais estão se unindo e conectando. Pode parecer abstrato, mas é visível nos casos em que pequenos comerciantes se instalam na escadaria de um prédio ou onde as famílias vivem e exercem a sua atividade na rua. A equipe de arquitetos da CRIT claramente visualizou isso e apresentou explicações convincentes durante o debate. Mumbai, mais do que qualquer outra cidade, representa densidade extrema e uma disponibilidade cada vez menor de espaço. Nesse contexto, organizar a mobilidade de forma eficiente significa administrar a competição por espaço. Fica claro também, que não serão as grandes soluções que irão ajudar, mas sim, as que emergem das circunstâncias locais, caracterizadas por uma compreensão cultural da região.
A grande oportunidade para o Pearl River Delta
Quatro cidades formam a região metropolitana de Pearl River Delta, na China, e existem diferenças consideráveis (histórias, identidades) entre elas. A ex-colônia britânica de Hong Kong e a cidade histórica Guangzhou (Canton) se contrastam com as recém fundadas Shenzhen e Dongguan. Além disso, o porto de mercadorias de Hong Kong exporta, principalmente, o que é produzido nas cidades vizinhas do interior. O escritório de arquitetura NODE demonstra que a infraestrutura deve ser incorporada no contexto social. “Em Pearl River Delta estamos vivenciando revoltas enormes. Em breve, 80 milhões de pessoas viverão nessa região, 80% delas migrantes. Queremos saber como ajudar e desempenhar um papel importante nessa transição para a mobilidade sustentável, usando uma infraestrutura adequada”, afirma Rupert Stadler.
Tóquio – Cidade Paisagem
Ao falar sobre Tóquio, uma experiência marcante surpreendeu os participantes da conferência. Com seu ponto de vista do Extremo Oriente, o arquiteto Junya Ishigami gerou uma reflexão totalmente inusitada sobre o futuro dessa região. Tóquio foi descrita não como uma cidade, mas como uma paisagem – que mistura o natural e o artificial, o crescido e o construído. As fronteiras não são definidas e a mobilidade precisa ser completamente remodelada. O velho estilo ocidental de infraestrutura e planejamento urbano estão sendo questionados pelo vencedor do prêmio “Leão de Ouro”, realizado na Bienal de Arquitetura de Veneza, em 2010.
Os seis escritórios de arquitetura participantes do fórum estão competindo, uns com os outros, e os projetos finais serão apresentados no dia 18 de outubro, em Istambul. O júri será composto por especialistas internacionais, que elegerão o vencedor do Audi Urban Future Award 2012, que receberá um prêmio de 100.000 euros.
As percepções da conferência são complexos e revelaram novos aspectos das seis regiões metropolitanas escolhidas. Nas próximas semanas e meses, a equipe Insight, um painel de especialistas de diferentes departamentos da Audi, irá analisar e condensar os resultados, e transmitir para a empresa. O intenso diálogo continuará até a apresentação do prêmio em Istambul, em outubro, e mais além, também.
Para mais informações sobre a iniciativa do Audi Urban Future, consulte o site oficial: www.audi-urbano-future-initiative.com.
Material disponível para download em: www.audi-mediaservices.com.
Fonte:
Comunicação corporativa
Leila Marisa Knob
Assuntos Corporativos
Comunicação Produto Audi Brasil
Charles Marzanasco
Supervisor de Imprensa
Departamento de Imprensa Audi Brasil
PR-Trainee
Bruna Cury
In Press Porter Novelli Assessoria de Comunicação
Paula Lario
Mariane Delgado
Lia Mara Sacon
Principais velejadores do país se preparam para mais uma emocionante disputa
Velas içadas e contagem regressiva para a segunda etapa da Copa Suzuki Jimny de Vela – XII Circuito de Vela de Oceano. Em dois fins de semana, 26 e 27 de maio e 2 e 3 de junho, as águas de Ilhabela (SP) receberão os melhores velejadores do país para uma disputa eletrizante.
“Para mim, a vela tem um fator familiar, já que estou ao lado do meu irmão, Cassio. Velejar é a nossa fórmula para nós nos encontrarmos e interagirmos com a natureza, com os elementos básicos como o vento e o mar”, ressalta Marcos Ashauer do veleiro Jimny/Take Ashauer.
Dentre os nomes de destaque para a competição estão Ernesto Breda, Carlos Eduardo Souza e Silva, Breno Chvaicer e Mario Buckup. E as regatas serão muito disputadas, já que é uma das últimas competições de grande porte antes da Semana de Vela de Ilhabela, principal evento náutico do país.
Poderão participar velejadores das classes ORC, BRA-RGS-A, B, C, CRUISER, C30, HPE25 e M24.5. A primeira etapa da competição foi disputada no 17 de março, também em Ilhabela.
“As regatas de monotipo estão ganhando mais espaço. Os barcos sendo iguais proporcionam regatas com muito mais adrenalina e, em inúmeras vezes, são decididas na chegada”, disse Rique Wanderley, que veleja na classe HPE a bordo do veleiro SX4/Bond Girl.
O campeonato tem, ao todo, quatro etapas, divididos em oito fins de semana. Após a segunda etapa, os competidores voltam para a água nos dias 22, 23, 29 e 30 de setembro, na terceira etapa, e na grande final, que ocorre nos dias 24 e 25 de novembro e 1 e 2 de dezembro.
“A vela pode ser praticado por homens e mulheres, de 8 a 80 anos, e coloca as pessoas em contato com o meio ambiente. Queremos mostrar que todos podem se divertir. Sempre há necessidade de tripulantes com diferentes níveis de experiência”, finaliza Ashauer.
O presidente da Suzuki Veículos, e também velejador, Luiz Rosenfeld, destaca a importância do envolvimento da marca com os esportes ao ar livre: “A Suzuki tem o espírito jovem e aventureiro assim como seus clientes. Patrocinar ações desse tipo nos aproxima do DNA da marca e dos consumidores dos nossos produtos que usam o carro para o dia a dia e também para a diversão do fim de semana”.
Além da Copa Suzuki Jimny de Vela e dos barcos Jimny e SX4, a Suzuki apóia as velejadoras Martine Grael e Isabel Swan e o kitesurfista Guilly Brandão.
Competidores e fãs de esporte náuticos podem acompanhar novidades e notícias sobre o evento na Suzuki Veículos no Twitter (@suzukiveiculos), Facebook (www.facebook.com/suzukibr) e site da marca (www.suzukiveiculos.com.br).
Calendário 2012 – Copa Suzuki Jimny de Vela – XII Circuito de Vela de Oceano
2ª Etapa e Warm Up: 26, 27/5 e 2, 3/6
3ª Etapa: 22, 23, 29 e 30/9
4ª Etapa: 24, 25/11 e 1º e 2/12
Resultados da primeira etapa
ORC – após seis regatas e um descarte
1º – Tomgape (Sérgio Cardoso) – 5 pontos perdidos
2º – Orson/Mapfre (Carlos Eduardo Souza e Silva) – 12
3º – Carioca (Roberto Martins) – 13
ORC 30 pés- após quatro regatas
1º – Sextante (Thomas Leomil Shaw) – 5
2º – Colin (Sebastian Menendez) – 8
3º – Mashallah (Guillermo Henderson Larrobla) – 13
HPE – após nove regatas e um descarte
1º – Bond Girl (Rique Wanderley) – 15
2º – SER Glas Eternity (Marcelo Bellotti) – 33
3º – Take Ashauer (Marcos Ashauer) – 38
RGS-A – após seis regatas e um descarte
1º – Fram (Felipe Aidar) – 6
2º – Inaê-Transbrasa (Bayard Umbuzeiro Filho) – 9
3º – BL3 (Clauberto Andrade) – 12
RGS-B – após seis regatas e um descarte
1º – Nomad (Mauro Dottori) – 6
2º – Blue Too (Domingos Carelli) – 12
3º – Anequim (Paulo de Moura) – 17
RGS-C – após seis regatas e um descarte
1º – Ariel (Luis Pimenta) – 7
2º – Rainha (Leonardo Pacheco) – 7
3º – Jazz 4 (Volnys Bernal) – 17
RGS-Cruiser – após seis regatas e um descarte
1º – Helios/Sírio Libanês (Marcos Lobo) – 5
2º – Pirajá (Rubens Bueno) – 12
3º – Cocoon (Luiz Caggiano) – 12
C30 – após seis regatas e um descarte
1º – Barracuda (Humberto Diniz) – 5
2º – Realizado (José Apud) – 9
Sobre o Jimny - O Jimny é um exemplo de sucesso que se adaptou às transformações do mercado e às necessidades dos clientes, sem nunca perder sua essência de um genuíno 4×4, compacto, leve e fácil de utilizar em qualquer lugar e que vence qualquer obstáculo. Um carro para quem tem espírito jovem e aventureiro. Com mais de 40 anos de história e evolução, o Jimny já tem mais de 2,4 milhões de unidades comercializadas em 188 países.
Fonte:
Fernando Solano
A empresa apresentará na feira sua ampla linha de produtos exclusivos, desenvolvidos para máquinas e instalações dos mais diversos segmentos.
Entre os dias 22 e 26 de maio, os profissionais da indústria que visitarem a 29ª Feira Internacional da Mecânica conhecerão os componentes de alta tecnologia criados pela Gates para as mais variadas aplicações, desde máquinas de corte ou centros de usinagem até plataformas de petróleo ou engarrafadoras de bebidas.
Com décadas de tradição no mercado nacional de correias e mangueiras industriais, a empresa apresentará no evento a nova imagem global da marca e sua estratégia de investimentos que elegeu o Brasil um dos países prioritários para receber as mais recentes tecnologias mundiais em produtos e serviços.
Linha Completa
Em seu estande, a Gates apresentará uma ampla variedade de aplicações especiais para o mercado industrial. Sua linha é formada por milhares de modelos de correias (de transmissão, sincronização e transporte), polias, tensionadores e mangueiras, além de soluções produzidas sob medida para necessidades específicas.
Entre as correias, um dos destaques será a série Predator, capaz de transmitir duas vezes mais potência do que um modelo comum. Na linha hidráulica, as novidades serão os terminais MegaCrimp à prova de vazamentos e as mangueiras MegaTuff, com uma cobertura 300 vezes mais resistente à abrasão do que as concorrentes.
Suporte Total
As equipes de engenharia de aplicação e suporte técnico da Gates também estarão presentes na Feira da Mecânica para atender aos profissionais especializados nas áreas de projeto, operação e manutenção de equipamentos e instalações industriais. Estarão à disposição os novos catálogos de produtos e informes técnicos.
Os visitantes ainda poderão assistir a uma série de filmes sobre a empresa e serão informados sobre os meios para contato e informação, como a linha direta gratuita 0800-27-42837 (0800-BR-GATES), o e-mail br.ind@gates.com e o canal de vídeos no YouTube, em www.youtube.com/gatessouthamerica.
Gates Corporation
Fundada em 1911, a Gates Corporation é uma referência mundial na produção de correias, tensionadores e mangueiras. Com operações em 30 países, fornece uma ampla gama de componentes automotivos e industriais para os cinco continentes.
Presente no Brasil há mais de quatro décadas, desenvolve soluções exclusivas para as principais montadoras e indústrias nacionais. Também oferece aos clientes uma das mais completas linhas de produtos do mercado de reposição.
Mecânica 2012
A 29ª Feira Internacional da Mecânica espera receber a visita de mais de 110 mil profissionais da indústria entre os dias 22 e 26 de maio. A Gates estará localizada no espaço K90. As equipes de vendas, marketing, engenharia e assistência técnica da empresa estarão de plantão das 10 às 19 horas e, no sábado, das 9 às 17 horas.
Fonte:
Taller Comunicação
Douglas Cavallari
Parque Beto Carrero World, em Penha (SC), reuniu pilotos de x países neste fim de semana (19 e 20)
PENHA (SC) – A chuva que caiu neste domingo, 20 de maio, o parque de diversões Beto Carrero World, em Penha (SC), não foi capaz de estragar os grandes duelos na pista, válidos pela quinta etapa do Campeonato Mundial de Motocross. Pelo contrário, aos olhares dos mais de 20 mil espectadores que se aglomeraram nas arquibancadas e camarotes, os pilotos superaram seus limites e obstáculos do traçado. Quem se adaptou rapidamente à lama foram o francësChristophe Pourcel, na MX1, e o britânico Tommy Searle, na MX2, que conquistaram o Honda GP Brasil de Motocross. Entre os brasileiros, Jorge Balbi Júnior, na MX1, e Marçal Muller, na MX2, foram os principais nomes e finalizaram o somatório das corridas na 19ª e 18ª posição, respectivamente.
O Campeonato Mundial de Motocross segue para França, em Saint Jean d’Angely, nos dias 2 e 3 de junho.
MX1 – Depois de comandar os treinos, Antonio Cairoli (Red Bull KTM Factory Racing) não conseguiu desempenhar um bom papel nas corridas. Acostumado a andar na ponta, o italiano foi o oitavo no geral. Mesmo assim, manteve a liderança da categoria, agora com 203 pontos.
1ª BATERIA – O piloto Christophe Pourcel (CP377 Monster Energy Pro Circuit Kawasaki) fez o holeshot e disparou na frente. Tranquilo, o francês conquistou a vitória com mais de 1min30s para segundo colocado David Philippaerts (Monster Energy Yahama). “Tive problemas durante os treinos de ontem e mudei totalmente minha moto. Não sabia como iria ser hoje. Hoje deu tudo certo e consegui vencer a primeira bateria, mesmo com a pista complicada por causa da chuva”, comenta o campeão da etapa.
Rui Gonçalves (Honda World Motocross) teve bom início de prova e até chegou andar entre os ponteiros. Apesar de alguns erros, o português concluiu em quarto, atrás de Gautier Paulin (Kasawaki Racing Team). Depois de 35 minutos mais duas voltas, o goiano Wellington Garcia fechou em 18º. Balbi foi o 21º.
2ª BATERIA – Tanel Leok (Rockstar Energy Suzuki World), da Estônia, fez o holeshot, mas perdeu a primeira colocação ainda nas voltas inicias para Christophe Pourcel. Ainda na largada, Cairoli sofreu uma queda e saiu bem atrás. Balbi era o brasileiro com melhor desempenho: 12ª posição.
Na sexta volta, Christophe foi ultrapassado por Xavier Boog (Kawasaki Racing Team), que seguia na ponta quando passou a ser pressionado por Clement Desalle (Rockstar Energy Suzuki World). Xavier se defendeu e conquistou a vitória. Desalle foi segundo, seguido por Chirstophe. Balbi foi o melhor piloto nacional ao finalizar em 16º.
MX2 – Entre todos os pilotos da etapa, Tommy Searle foi o que melhor se adaptou às condições da pista. Com duas boas largadas, o britânico se manteve na ponta em mais de 90% das voltas e conquistou as baterias. “Eu sei que não sou o melhor piloto na lama, mas sabia que precisava fazer boas largadas e ser inteligente. Tentei ao máximo me concentrar para errar o menos possível e fui feliz. Tentei manter minha visão longe da lama e quando minhas luvas encharcaram consegui trocá-las”, destaca Searle.
Já o líder da categoria, Jeffrey Herlings (Red Bull KTM Factory Racing), da Holanda, teve um fim de semana de altos e baixos. O holandês terminou a primeira bateria apenas na 12º colocação, mas se recuperou na posterior, com um terceiro lugar.
1ª BATERIA - Searle assumiu a liderança ainda na volta inicial e a manteve até a oitava, quando parou no pit lane para trocar de luvas. Christophe Charlier até assumiu o posto, mas durou apenas uma volta. Searle voltou com gás total e recuperou a posição. Charlier foi segundo, seguido de Jeremy van Horebeek (Red Bull KTM Factory Racing) e Max Anstie (Honda Gariboldi – Esta).
Na 15ª posição, Hector Assunção era o principal brasileiro quando abandonou a prova na quarta volta. Foi então que apareceu a figura de Marçal Muller, que segurou bravamente a 16ª colocação.
2ª BATERIA - Jose Butron roubou a cena foi ao andar entre os ponteiros. O britânico Searle venceu a bateria. Butron foi segundo e pela primeira vez subiu ao pódio da competição ao terminar em terceiro o somatório. Dos brasileiros, apenas Endrews Armstrong e Marçal Muller largaram. Ao final fecharam em 19º e 20º, respectivamente.
A quinta etapa do Mundial de Motocross é uma realização da Romagnolli Promoções e Eventos, FIM, Youthstream, Beto Carrero World e XYZ Live. O Honda GP Brasil de Motocross tem patrocínio Honda, Governo do Estado de Santa Catarina, Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte, e Fundesporte. Co-patrocínio Mobil, Yamaha e Pirelli, apoio da Confederação Brasileira de Motociclismo, revista da Moto! e Dirt Action.
Fonte:
Vipcomm

20/05/2012 Legenda: Hector Assunção, piloto da Equipe Honda Mobil na MX2, no Honda GP Brasil de Motocross 2012 em Penha (SC) Crédito: Luiz Pires/VIPCOMM
Mesmo com circuito difícil, Wellington Garcia completa as duas baterias da categoria MX1
PENHA (SC) – Tinha tudo para ser uma competição espetacular, mas a chuva que caiu neste domingo (20) atrapalhou os planos dos pilotos da Equipe Honda Mobil que disputaram o Honda GP Brasil de Motocross, válido pela quinta etapa do Campeonato Mundial de Motocross. A prova, realizada na pista do parque Beto Carrero World, em Penha (SC), foi marcada pelo público de mais de 20 mil pessoas habilidade dos pilotos diante de situações adversas. Destaque para o goiano Wellington Garcia (#221), que conseguiu terminar as duas corridas da MX1 e ainda completar a primeira na 18ª colocação, sendo o melhor brasileiro da bateria.
1ª BATERIA MX1 – Wellington Garcia não começou bem, mas aos poucos ganhou ritmo. O goiano fez boas ultrapassagens até concluir em 18º. “Tinha muito barro e lama. A moto estava muito pesada e nós não conseguíamos ficar equilibrados. Era como carregar 300 quilos. Em alguns momentos pensei em parar, mas o apoio da torcida e, principalmente, do meu pai me deram forças e consegui terminar”, afirma.
Leandro Silva deixou a prova ainda no começo. O paranaense lamenta o mau tempo, mas destaca a oportunidade de participar de um evento internacional. “A chuva atrapalhou muito e quando parou de chover ficou ainda pior. O barro começou a grudar. Depois da largada voou barro no meu rosto e não consegui mais ver nada. Depois, levei uma pancada na perna e achei melhor parar para evitar possíveis lesões”, conta.
Os pilotos da Honda World Motocross, o português Rui Gonçalves (#999) e o russo Evgeny Bobryshev (#777), finalizaram na quarta e nona colocações, respectivamente. A vitória ficou com o francês Christophe Pourcel (#377).
2º BATERIA MX1 – Na última prova do dia, Wellington Garcia fez uma corrida de recuperação. O piloto ganhou posições até cruzar a linha de chegada em 20º lugar e terminar como segundo melhor brasileiro na geral. Rui Gonçalves encerrou sua participação na quinta colocação e Evgeny Bobryshev em nono. A vitória ficou com o francês Xavier Boog, mas foi seu compatriota Pourcel quem levou a melhor na etapa.
1ª BATERIA MX2 – Hector Assunção (#30) e Thales Vilardi mantiveram o ritmo no começo, mas encontraram dificuldades devido às condições da pista. As canaletas fundas e excesso de lama deixavam as motos cada vez mais pesadas. Thales terminou em 18º lugar como segundo melhor brasileiro. Hector ficou na 22ª posição.
O britânico Max Anstie (#6), da Honda Gariboldi – Esta, concluiu a bateria na quarta posição. A vitória ficou com seu compatriota, Tommy Searle (#100).
2ª BATERIA MX2 – Em mais uma corrida difícil, Max Anstie terminou na sétima posição. A vitória foi novamente de Searle, vice-líder da categoria na competição. Hector Assunção e Thales Vilardi preferiram se poupar e não entraram na última disputa.
“O dia não foi nada fácil. A chuva castigou bastante e a pista era praticamente outra. Muito barro e canaleta. Quando caía, não conseguia levantar a moto porque ela grudava na lama. Achei melhor não arriscar”, diz Thales Vilardi.
O Honda GP Brasil de Motocross foi um grande desafio para Hector. “Estava quase impossível andar na pista. A moto ficou com o dobro do peso. Quando caí, acabei sujando muito minha luva. Infelizmente, não deu para continuar”, completa. O satélite da Dunas Team Endrews Armstrong (#212) concluiu a prova na 19ª colocação.
A Equipe Honda Mobil tem apoio da Mobil, Pirelli, Oakley, Fox, Did, Protaper, Polisport, Orbital, Yoshimura e Galfer.
Fonte:
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